05 agosto 2013

O Lado Bom da Vida - O Livro que inspirou o filme

Mudando de assunto um pouco, bastante e espero que gostem, livros são minha paixão *-*, e é disso que vim falar hoje, rs. Um livro que virou filme e até ganhou Oscar com a atriz Jennifer Lawrence aquela que caiu na premiação.



O LADO BOM DA VIDA

Voltando ao filme: Ahhh o lado bom da vida... acho que não penso com frenquencia no lado bom da vida.'. haha. Contudo o nosso querido Pat, personagem principal desse romance vive pensando nesse lado (bom) da vida. Diria até que ele não tem nenhum pé na realidade.



Li o livro e cai na besteira de ver o filme, digo besteira porque todo livro que já li e virou filme, só me decepcionei, mas nunca perco a esperança de um dia fazerem um filme digno do livro que lhe inspirou. Deixando a indignação de lado, aqui uma previa do que vocês encontraram nesse romance, que tem uma pitadinha de drama:


Um romance que conta a historia que um homem que após ser internado em uma instituição psiquiátrica não se lembra do motivo que levou até aquele lugar que ele nome como ‘lugar ruim’, onde ‘todos são pessimistas e só veem o lado ruim da vida’. Pat também não sabe porque Nikki (sua esposa) quis ficar um tempo separados. Por esse motivo Pat se dedica única e exclusivamente em pensar apenas nas coisas boas da vida. E tem como propósito ser uma pessoa boa e fazer coisas boas, para que sua mulher sinta orgulho dele, e assim ele possa conquista-la, já que antes ele diz não ter valorizado ela e tudo o que era importante para ela. Pat começa a se dedicar a fazer exercícios físicos mesmo antes de sair do lugar ruim.



Quando finalmente sai, Pat se surpreende com as mudanças que aconteceram enquanto estava internado, e descobre que não passou apenas alguns meses naquele lugar como ele supunha, mas que ele passou alguns anos e que nesse tempo muita coisa mudou em sua vida. E ainda ele não sabe como foi para lá, e seus amigos evitam falar o que o levou para lá assim como seu pai se recusa a falar com ele.
Morando na casa dos pais Pat continua os exercícios físicos, frequenta seu psiquiatra semanalmente e não tem uma relação saudável com o pai, que só volta a falar com ele após muito tempo. Sua mãe é seu braço direito, ela se dedica o tempo todo á reabilitação do filho e faz de um tudo para ajuda-lo. Lá Pat reencontra um amigo que agora tem uma filhinha. E é na casa desse amigo que Pat inicia uma amizade turbulenta e cheia de revelações com a cunhada recém-viúva de seu amigo, Tiffany.


E á através dessa amizade que Pat, descobre os motivos que o levaram á internação e se descobre na dança que dá a ele novamente a chance de ser feliz e viver um grande amor de verdade.
Ah!! Pat tem aversão ao saxofonista Kenny G. que chega a ser engraçado, mas essa aversão tem seus motivos e também esta relacionado ao que o levou ao ‘lugar ruim’.
Agora já chega de contar ou vai perder totalmente a graça neh?!?! Rs.

Bom, ao ler o livro tive a impressão de Pat se um cara dependente, que tenta se redimir através de um treino de boas ações, que não suporta frustrações e que foge da realidade com sua filosofia de só valorizar o lado com da vida. Contudo ele se depara com uma mulher que é seu oposto e esse choque de diferenças faz com que eles tão bem se entendam de uma maneira pouco convencional.

E vocês devem estar se perguntando: ela não vai contar do filme? Na verdade o filme perde bastante a essência do livro, não mostra a gradual mudança que Pat tem ao longo da trama através da convivência com e da dança que ela propõe a ele. Assim como muda a ordem de vários acontecimentos nos fatos como realmente são, além de pular partes importantes e não valorizar outras tão como deveria ser. Resumindo: eu não gostei do filme, talvez por ter lido o livro, mas para quem não tem tempo ou não curte muito a leitura é uma boa pedida para um fim de tarde.

Beijos, Bru.

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